Santo do dia

7 de Agosto - S. Caetano

S. Caetano
1840-1547 - fundador  “Caetano” quer dizer “natural da cidade de Gaeta”.
pintura do espaldar do coro-allto do Mosteiro de Corpus Christi, em V.N. de GaiaCatetano de Tiene nasceu em 1840, em Vicência, Itália. Em Pádua, estudou Direito Civil e Direito Canônico. Sacerdote aos 40 anos, fundou a Congregação dos Padres Regulares ou Teatinos, cuja finalidade principal era a renovação do clero. Contemporâneo de Lutero, contribuiu para a reforma da Igreja. Partindo das bases, fez sua atividade pastoral recair primeiramente sobre os pobres e deserdados. Lançou-se de corpo e alma às tarefas urgentes da época, inserindo-se nos meios populares. E o fez sem medo de perder a identidade de religioso e contemplativo. Foi, portanto, o precursor de um novo estilo de vida religiosa, mais sensível às mudanças e transformações dos tempos modernos. O conceito de “fuga do mundo” começa a ser repensado, dando lugar ao da inserção no mundo, do compromisso com o homem, sujeito da história e colaborador de Deus na construção da sociedade. Certa vez disse: “Não temas. Mesmo que todos os santos e todo mundo te abandonem, ele, Jesus, estará sempre pronto para socorrer-te nas tuas necessidades”. Morreu em Nápoles, em 1547, com 67 anos de idade.

PRECE

DA CONVERSÃO CONTÍNUA
Figura: Divulgação.Deus, nosso Pai, apesar das fraquezas e contradições do coração humano, apesar do egoísmo e orgulho que tantas vezes nos amarram e nos sufocam, somos na verdade filhos amados eternamente por vós: “Como a mãe, eu também consolarei vocês” (cf. Is 66,13). Na vossa ternura e misericórdia, somos abençoados, cumulados de toda sorte de bens e libertos de todo o mal.
Continuamente nos chamais a uma vida nova, plena de alegria e de esperança: “Vocês se esquecerão das desgraças que sofreram, e eu também não me lembrarei mais delas.
Pois eu estou criando um novo céu e uma nova terra... (cf. Is 66,16ss). Chamai-nos à conversão, à mudança de mente e de coração. Ardentemente desejais que no amor reencontremos convosco na pessoa de nossos semelhantes, especialmente dos mais próximos dos próximos, daqueles que podemos ver e tocar, partilhar nossas risos e lágrimas. Assim, conduzi-nos pela mão ao vosso Reino de paz, justiça e fraternidade.



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